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Solução · Reforma Tributária

A Reforma Tributária é um problema de dados. Trate-a assim.

A transição para CBS e IBS muda o preço, o crédito e a margem de cada operação da sua empresa — e ela já começou. Enquanto o mercado discute a reforma com médias de setor e planilhas de exemplo, a Azets simula o impacto sobre os seus dados reais: produto a produto, operação a operação, fornecedor a fornecedor. Quem enxerga o próprio número primeiro, negocia e decide antes.

✓  2026 é o ano-teste: CBS de 0,9% e IBS de 0,1% já aparecem nos documentos fiscais

O que muda

Cinco tributos viram três — e todas as regras mudam junto

PIS, COFINS, ICMS, ISS e IPI dão lugar ao IVA dual (CBS federal + IBS de estados e municípios) e ao Imposto Seletivo. Não é só troca de sigla — muda a mecânica inteira:

HojeCom a reforma
TributosPIS · COFINS · ICMS · ISS · IPI*CBS · IBS · Imposto Seletivo
AlíquotasMúltiplas, variáveis por estado e municípioPadrão única por ente, cobrada no destino — com regimes diferenciados (reduções de 30%, 60% e zero) e específicos
CréditosNão cumulatividade restrita, regras distintas por tributoNão cumulatividade ampla — exceto uso e consumo pessoal
Base de cálculoCritérios distintos, tributo na base de tributoValor da operação, imposto por fora
RecolhimentoApuração e pagamento pelo contribuinteSplit payment: o tributo pode ser retido na liquidação financeira
Benefícios fiscaisGuerra fiscal entre estadosExtinção gradual, com fundo de compensação — e redução linear de incentivos federais já em curso

*O IPI não é extinto: tem as alíquotas zeradas a partir de 2027 e permanece apenas para produtos que concorrem com os produzidos na Zona Franca de Manaus.

O cronograma da transição (2026–2033): 2026 é o ano-teste (CBS 0,9% + IBS 0,1%, compensáveis com PIS/COFINS); em 2027 a CBS substitui PIS e COFINS; de 2029 a 2032 o ICMS e o ISS são gradualmente substituídos pelo IBS; em 2033 o novo sistema vigora por completo. Durante toda a transição, sua empresa apura dois regimes ao mesmo tempo.

Como preparamos a sua empresa

Cinco serviços, do mapa de fornecedores à operação em paralelo

Módulos que se contratam juntos ou separados — e se potencializam: com fornecedores mapeados e cadastros saneados, a simulação de impacto deixa de usar médias e calcula o crédito real de cada operação.

01 · MAPEAMENTO DE FORNECEDORES

A base de tudo

Classificamos a sua base de fornecedores — regime, tipo de operação, creditabilidade — para identificar o preço líquido e o crédito de cada operação no novo sistema. É o insumo da renegociação e o que dá precisão à simulação.

02 · READINESS DE DADOS

Cadastros prontos para a virada

Robôs enriquecem e validam o cadastro de itens e fornecedores contra as bases oficiais — NCM, CEST (CONFAZ), CNAE e inscrições — com IA classificando os casos ambíguos e o seu fiscal dando a palavra final. É o NCM que define em qual regime cada produto cai.

03 · SIMULAÇÃO DE IMPACTO

Seu número, não a média do setor

Comparamos o cenário atual (AS IS) com o novo modelo (TO BE) sobre 100% das suas operações: carga por produto, operação e setor — incluindo o efeito sobre os seus incentivos fiscais.

04 · CRÉDITOS PRÉ-TRANSIÇÃO

Recuperar antes da extinção

Revisamos a escrituração de PIS/COFINS e ICMS para recuperar créditos não aproveitados enquanto os tributos atuais existem — caixa agora e saldo organizado para a transição.

05 · APURAÇÃO ASSISTIDA

Dois regimes em paralelo

Apuramos a CBS/IBS do ano-teste (compensável com PIS/COFINS), validamos o destaque nos documentos e mantemos as apurações em paralelo durante toda a transição.

O que você recebe

A reforma inteira coberta — do estudo à operação

  • Mapa de fornecedores — preço líquido e crédito por operação, com priorização das renegociações de maior impacto na margem.
  • Relatório de impacto AS IS × TO BE — quantificado por produto, operação e setor, com os seus dados reais.
  • Estudo de incentivos fiscais — o efeito da extinção gradual dos benefícios estaduais e da redução dos federais sobre as suas decisões comerciais.
  • Créditos recuperados antes da virada — PIS/COFINS e ICMS revisados em 100% da escrituração, no modelo success fee.
  • Apurações do ano-teste entregues — CBS/IBS apurada, compensada e validada nos documentos, com os dois regimes em paralelo na plataforma.
  • Cadastro de itens e fornecedores saneado — NCM, CEST, CNAE e inscrições validados contra as bases oficiais; a IA sugere nos casos ambíguos, o seu fiscal decide.
  • Plano de renegociação — o mapa de fornecedores traduzido em prioridades para compras e jurídico revisarem preços e contratos.
  • Outsourcing adaptado à transição — para quem prefere delegar: a rotina fiscal inteira operando os dois regimes na plataforma da Azets.
A reforma não é um projeto só do tributário. Ela mexe com contabilidade, finanças, compras, comercial, jurídico e TI ao mesmo tempo — por isso o diagnóstico orientado por dados vira a referência comum que alinha todas as áreas.

Perguntas frequentes

Direto ao ponto

Quando a reforma começa a valer?

Já começou. 2026 é o ano-teste, com CBS de 0,9% e IBS de 0,1% destacados nos documentos fiscais. A partir de 2027 a CBS substitui PIS e COFINS; entre 2029 e 2032, ICMS e ISS são gradualmente substituídos pelo IBS; em 2033 o novo sistema vigora por completo. Durante toda a transição, sua empresa convive com dois regimes ao mesmo tempo.

Por que mapear fornecedores por causa da reforma?

Porque no novo sistema o crédito é amplo e o imposto é cobrado por fora: o custo real de cada compra passa a ser o preço líquido — o valor pago menos o crédito de CBS/IBS que a operação gera. Fornecedores de regimes diferentes geram créditos diferentes. Mapear a base operação a operação mostra onde a margem ganha ou perde e municia a renegociação de preços e contratos antes da virada. E há um bônus técnico: com o mapa pronto, a simulação de impacto deixa de usar médias e passa a calcular o crédito real de cada operação.

O que acontece com meus créditos acumulados de PIS/COFINS e ICMS?

Os saldos credores seguem regras próprias de aproveitamento na transição — e o prazo de prescrição de 5 anos continua correndo. O melhor momento para revisar 100% da escrituração e recuperar créditos não aproveitados é antes da extinção dos tributos atuais: identificado agora, o crédito vira caixa ou compensação; ignorado, expira. Veja a solução de Recuperação de Créditos.

Meu ERP e meus cadastros estão prontos?

Os leiautes da NF-e já ganharam campos e regras de validação específicos da reforma, e as apurações passarão a conviver em dois regimes. A Azets não implementa ERP — valida os seus dados: saneamento de cadastros (NCM, CST, CFOP), conferência dos novos campos nos documentos e apurações em paralelo para pegar divergências antes do fisco.

Como a Azets cobra?

Por escopo e resultado, definidos a partir do diagnóstico — não por horas. Se o trabalho revelar créditos a recuperar antes da virada, essa frente segue o modelo de success fee: você só paga depois que o valor entra na sua conta.

Sua margem pós-reforma já está escrita — nos seus dados.

Agende um diagnóstico: simulamos o impacto da CBS/IBS sobre as suas operações reais e devolvemos o retrato que o seu comitê de reforma precisa para decidir.